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Modelo Fiat Stilo foi adaptado para receber o kit de captura de imagens do Google Street View. Modelo Fiat Stilo foi adaptado para receber o kit de captura de imagens do Google Street View.

O Google anunciou nesta quinta-feira (2) que as cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro serão as primeiras do país a receberem o serviço Street View, que digitaliza imagens das ruas no serviço de mapas da empresa.

Essa ferramenta, disponível tanto no Google Maps quanto no Google Earth, permite que o usuário "navegue" por uma região, visualizando fachadas e outros elementos urbanos fotografados e transformados em um ambiente virtual.

A parceria do Google com a Fiat leva às ruas 30 carros modelo Stilo, adaptados para capturar as imagens enquanto circulam. Ao todo, nove câmeras instaladas no topo do carro fotografam os ambientes - as imagens são sincronizadas com um aparelho GPS e armazenadas em um computador embarcado no veículo.

O objetivo da empresa é digitalizar todas as ruas das regiões metropolitanas dessas cidades, o que resulta, segundo estimativas, em 1 milhão de quilômetros a serem percorridos.

Fonte: G1

O MySpace Brasil vai fechar as portas a partir de 1º de julho. Na realidade, se depender do humor da equipe daqui, já a partir de amanhã todos os funcionários vão querer esquecer a empresa.

A notícia chegou hoje no final da tarde à sede do MySpace Brasil, no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo. Nem sequer o diretor da operação brasileira, Emerson Calegaretti, sabia da movimentação.
Segundo relatos, Calegaretti primeiro foi surpreendido pela demissão do seu chefe, Victor Kong, o responsável pela América Latina. Algum tempo depois, soube que o escritório brasileiro também seria fechado.
Seus superiores enviaram um arquivo em Power Point que deveria ser exibido aos funcionários. Segundo os relatos que ouvimos, Calegaretti se recusou a fazê-lo. (Estamos tentando contato com ele, mas até agora não conseguimos.)
Calegaretti reuniu os funcionários e contou a novidade. “Fomos pegos de calças curtas”, disse um dos demitidos. “É possível que um ou outro fique na Fox (empresa dona do MySpace) para manter o site em português, mas agora ninguém sabe de nada.”
Embora a crise do MySpace não fosse novidade para ninguém, havia a expectativa de que a operação brasileira sobrevivesse. Há dez dias, num almoço que eu e a Camila Fusco tivemos com Calegaretti, ele confirmou que o MySpace Brasil dava lucro e era responsável pelo oitavo maior faturamento da empresa, entre os 30 escritórios mundiais da empresa.
Além do Brasil, México e Argentina também terão seus escritórios fechados.
Nenhuma palavra sobre o que será do acordo anunciado na quarta-feira passada com o iG, depois de longos meses de negociação. Nada, também, sobre outras parcerias que o site tinha com empresas de mídia e anunciantes.
Calegaretti havia comentado que tinha viagem marcada aos Estados Unidos, para conhecer o novo CEO da empresa, Owen Van Natta. “A passagem estava até comprada”, disse nosso informante.
Pelo jeito, não vai acontecer. Antes que pudéssemos confirmar a informação, a assessoria de imprensa do MySpace Brasil nos disse que deve haver um comunicado sobre a empresa amanhã. Continuaremos tentando um contato com Calegaretti para obter mais detalhes.
Atualização: Notei que muitas pessoas andam comentando no Twitter que o MySpace vai desaparecer aqui. Não é isso. Embora ainda não tenha confirmação nenhuma, suponho que as páginas pessoais (e de bandas) que já existem continuarão no ar, e novas poderão ser criadas.
O que vai deixar de existir é a representação comercial do MySpace por aqui, além de toda a geração de conteúdo local.
Antes de o MySpace abrir um escritório brasileiro, muita gente já tinha um perfil no site. O Facebook não tem nenhum representante aqui, mas um monte de gente tem seu perfil lá. Idem para o Twitter.
De qualquer modo, essa é certamente uma das perguntas que faremos assim que conseguirmos contato com o pessoal do MySpace.

Tá cansado do tema padrão do Windows 7 ? Quer dar uma boa mudada na aparência do Sistema?
Então você vai aprender como poderá aplicar Temas que não foram feitos pela Microsoft.

A primeira coisa a fazer (e muito imporante) é criar um ponto de restauração do Sistema, depois  basta você aplicar o  NiwradSoft UxTheme Patcher no seu computador, clique aqui para fazer o download, reinicie seu computador em seguida.

Agora é so baixar os temas não-oficiais e aplicar, abaixo tem alguns desses pacotes para vocês:

 

Title: MaxClear
Author: molinarosp
Download: Windows 7 MaxClear Theme

MaxClear Theme 

 

 

 

Title: Aero Hilled
Author: alkhan
Download: Windows 7 Aero Hilled Theme

Aero Hilled Theme

 

Title: Pirate Win 7
Author: warulez
Download: Windows 7 Pirate Win 7 Theme

Pirate Win 7 Theme

 

Title: Aero Diamond Win 7
Author: alkhan
Download: Windows 7 Aero Diamond Win 7 Theme

Aero Diamond Win 7 Theme

 

Title: Aero Diamond
Author: alkhan
Download: Windows 7 Aero Diamond Theme

Aero Diamond Theme

 

E que venham os 64 bits!

Será que a versão 64 bits do Vista vale a pena? O que ela tem de diferente? Flavio Xandó responde a essas e outras palpitantes questões.

De tempos em tempos, a história se repete. Muda o cenário, mas as dúvidas e incertezas continuam iguais. Presenciei esta cena na passagem do mundo de 16 bits para o de 32 bits. Havia relutância na adoção da nova tecnologia. Por que o mesmo fenômeno acontece de novo no mundo de 64 bits? Qual a razão da resistência?

A tecnologia de 64 bits está no mercado desde o início de 2003, ou seja, há mais de cinco anos, quando surgiram os primeiros processadores com esta capacidade. No começo, sua adoção foi quase nula porque não havia sistema operacional para usá-lo. Algumas distribuições Linux chegaram primeiro.

O Windows Server 2003 veio depois (2005) e, na seqüência, o XP 64 (que é, na verdade, um 2003 64 com “cara” de XP). O Vista foi o primeiro sistema operacional da Microsoft que nasceu já com versão de 64 bits. Mesmo projetado assim, ainda hoje esse é um recurso pouco explorado. Hoje em dia, menos de 10% das cópias vendidas do Vista são de 64 bits. Por quê?

A resposta é simples. Até há pouco tempo, poucas pessoas tinham real necessidade de um sistema operacional de 64 bits, como o Vista 64. Mas isso tem mudado e rapidamente. A grande diferença está na capacidade de gerenciar maior quantidade de memória RAM. O Vista “clássico” de 32 bits consegue reconhecer e utilizar até 4 GB. Na verdade, menos. Dependendo do projeto do hardware, alguns endereços do topo são usados ou reservados deixando, na prática, entre 3 GB e 3,5 GB disponíveis para o sistema operacional. É uma limitação do processador de 32 bits (que tem menos vias de endereçamento de memória). 64 bits!

Nos processadores de 64 bits, teoricamente, podem ser endereçados 16 milhões de terabytes, valor inimaginável. Os computadores atuais usam apenas 48 para endereçamento, que limita este valor a “apenas” 32 terabytes.

É possível encontrar computadores pessoais que podem chegar a 16 GB e servidores que podem receber 256 GB de RAM (devido a limitações de projeto). Estes são os limites teóricos que o próprio Vista 64 pode gerenciar. O fato de um sistema operacional usar uma “palavra” maior (como é chamado o conjunto de 64 bits) permite que várias operações sejam executadas mais rápido, principalmente as funções que manipulam grandes quantidades de dados, pois estes podem trafegar e ser processados mais velozmente. Isto leva a uma das razões da demora para a adoção de 64 bits: softwares apropriados.

A maneira como a Microsoft desenvolveu o Vista 64 permite que programas de 32 bits sejam utilizados sem grandes traumas. Um subsistema chamado WoW (Windows on Windows), presente no Vista 64, traz uma camada de compatibilidade com o mundo 32 bits. Isso permite que uma grande quantidade de programas funcione neste novo mundo sem adaptação imediata. Mas isso é bom? Claro que é, mas a conseqüência é que os desenvolvedores não têm tanta pressa para oferecer versões nativas 64 bits.

Os servidores, começando pelo Windows Server 2003 e atualmente Windows 2008 Server, têm versões de 64 bits exatamente para tirar o máximo partido da maior capacidade de memória. Mas nestes ambientes de servidor, os softwares mais usados, como bancos de dados (SQL Server 2005 64 bits) e correio (Exchange 2007 64 bits), estão disponíveis. Não somente o sistema operacional pode usar mais de 4 GB, como também cada um desses programas “nativos” 64.

No Vista 32, como no XP, o máximo de memória que um único software consegue usar é 2 GB. Existe uma “manobra” que permite elevar, em casos especiais, esse valor para 3 GB. Mas é só. No Vista 64 isso é diferente. Imagine um PC com 8 GB. Parece muito? Veja quanto custa, hoje, quatro pentes de memória de 2 GB. Bem razoável. Nesse PC, diversos programas de 32 bits poderão rodar simultaneamente, cada um deles alocando seu máximo de 2 GB sem problema algum. Esse é o primeiro grande diferencial palpável para o usuário ao adotar arquitetura de 64 bits. Usar bem mais e melhor o PC, com mais programas ao mesmo tempo graças ao fato de o sistema administrar mais memória. Mas, e se os softwares fossem “nativos 64 bits”? Funcionariam melhor, não há dúvida. Mas não existe, atualmente, grande esforço para isso, porque as ferramentas do dia-a-dia não consomem tanta memória assim.

Documentos, planilhas, apresentações, leitura de e-mail não precisam, hoje em dia, de tantos recursos. Contudo, existem tipos de programas para os quais a versão 64 bits é muito bem-vinda, graças à sua característica de manipular grande quantidade de informações. O primeiro nome que vem à mente é o Photoshop. Usuários profissionais teriam imenso ganho. A versão CS4 do Photoshop tem uma versão nativa 64 bits. Softwares para manipulação de vídeo e gerenciadores complexos de mídia são exemplos de programas que podem ter um imenso salto de qualidade no ambiente Vista 64.

Fonte: Revista Windows Vista

Counter-Strike(Imagem: prepare-se para novos assaltos tiozinho.)

Não sei do que adiantou a proibição, pois em qualquer lan house que você fosse lá estavam os torneios relâmpagos de Counter-Strike e todo mundo tem esse clássico no computador (bom, pelo menos aqui em Brasília :D).

Mas, ele está voltando! Em janeiro de 2008, os fãs de Counter-Strike foram surpreendidos com a notícia de que a venda do jogo estava proibida no Brasil. Na época, CS foi apontado como “nocivo à saúde dos consumidores” pelo juiz federal Carlos Alberto Simões de Tomaz. Mas agora, mais de um ano depois, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, autorizou a volta da comercialização deste que é simplesmente o jogo online mais popular do planeta!

O site do Tribunal Federal da 1ª Região informa que basta apenas a publicação do acórdão (ou seja, decisão de um grupo de pessoas, diferentemente da determinação de um juiz ou desembargador, por exemplo). A Electronic Arts, distribuidora do jogo no Brasil, não se pronunciou oficialmente, mas já comunicou às lojas de jogos que o CS vai voltar às prateleiras sem nenhum impedimento.

Finalmente essa justiça funcionou para algo bom! (Nunca mais digo que a justiça do Brasil não presta).

Microsoft distribui comida a carentes com IE8

Falando em Internet Explorer, a vida do navegador da Microsoft não anda fácil. Apesar de ainda ser o mais usado pelos internautas de todo mundo, além do processo europeu há tempos ele vem perdendo terreno para o Mozilla Firefox e Safari, e agora ele ensaia uma reação como um bom samaritano.

Para promover seu programa, a partir do próximo mês de agosto a Microsoft doará um valor equivalente a oito refeições à organização Feeding America, que combate a fome nos EUA, a cada download do IE8 feito a partir no site “Browser for the better”.

Veja o site Browser for the Better

“A demanda por comida é a mais alta em décadas e essa campanha permite que as pessoas ajudem umas as outras de maneira fácil”, afirmou Vick Escarra, presidente da Feeding America, no anúncio oficial da campanha.

Infelizmente, a campanha não é válida no Brasil.

O que achou da iniciativa? Diga nos comentários!

A citação no título foi feita após o anúncio do Morro, novo antivírus gratuito da Microsoft. A antiga solução paga - o Windows Live OneCare - será encerrada próximo dia 30.

Cabe aqui um parêntese: o nome Morro é uma homenagem aos morros de Rio Grande da Serra onde moro :-D ao Morro de São Paulo.

Especula-se que testes internos já estejam em andamento. No entanto, não há nada confirmado.

Alguns concorrentes já se “pronunciaram” sobre essa nova tentativa da Microsoft de entrar nesse mercado. Segundo a Symantec, o antivírus da Microsoft é básico e não oferece tudo necessário para uma proteção efetiva. Já a McAfee está confiante, como já citado no título: “nossos produtos são capazes de competir com quaisquer outros que entrem nesse mercado” disse a mesma.

Em suma, apesar do antigo OneCare se sair bem nos testes, ficamos na expectativa que um novo Windows Defender não apareça. :-D

Fonte: WinAjuda